O texto reforçava que a cobertura da imprensa fica cada vez mais difícil com a violência de grupos infiltrados nas manifestações e com a postura violenta da Polícia Militar. O âncora destacou que a população perde com repórteres acuados e com medo de serem feridos ou mortos durante grandes acontecimentos, como os recentes protestos.
“Foi uma atitude autoritária, porque atacou a liberdade de expressão; e foi uma atitude suicida, porque sem os jornalistas profissionais, a nação não tem como tomar conhecimento amplo das manifestações que promove.”
Bonner também enfatizou que é direito da população se manifestar sobre questões do dia a dia e que causem insatisfação. No entanto, reafirmou que a violência é prejudicial à construção da democracia.
Por fim, a TV Globo se solidarizou com a família do cinegrafista. O fim do “Jornal Nacional”não teve trilha sonora e os profissionais ficaram de pé na redação. Antes do fim da transmissão, todos aplaudiram Santiago.
O repórter cinematográfico da Band foi atingido por um rojão durante a cobertura de um protesto no Rio de Janeiro. Depois de dois dias em coma, a Secretaria Municipal de Saúde da cidade anunciou a morte cerebral do paciente.
TEXTO: RD1
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